11/07/2018

Comunicação Social | Apostila Concurso IPHAN 2018

CARACTERÍSTICAS


Concurso IPHAN 2018
Analista de Comunicação Social
  • Vagas: Comunicação Social (9)
  • Remuneração: R$ 5.035,29
  • Inscrição: 18 de junho a 9 de julho de 2018 no site cespe.unb.br/concursos/iphan_18.
  • Quando: 26 de agosto de 2018
  • Edital

APOSTILA


A apostila em PDF possui 560 páginas. Foi divida por provas. Na primeira parte de cada prova disponibilizamos as questões específicas de Comunicação Social, com o gabarito ao final. A segunda parte é composta das questões, comentários e gabaritos. 

Os comentários foram elaborados pela Equipe COMUNIQUEIRO, que se valeu das principais obras e dicionários de jornalismo, comunicação social, produção gráfica e outros. 

O conteúdo extra, ao fim da apostila, contém a integra de todas provas analisadas nesse material, incluindo as matérias básicas como português, informática, raciocínio lógico e legislação básica.

Essa apostila pode ser utilizada no estudo que qualquer certame para o cargo de comunicação social promovida pela Cebraspe - CESPE/UnB, em especial, para órgãos do Poder Executivo Federal. É uma forma muito eficiente de se estudar para provas de concurso, levando em consideração as características específicas de cada banca organizadora.


Bons Estudos!

20/06/2018

Realidade (1966 - 1976)

Realidade foi uma revista brasileira lançada pela Editora Abril. Apresentava características inovadoras para a época, com matérias em primeira pessoa, fotos que deixavam perceber a existência do fotógrafo e design gráfico pouco tradicional. Destacou-se também por suas grandes reportagens, permitindo que o repórter 'vivesse' a matéria por um mês ou mais, até a publicação.

A revista passou por três fases.

- Primeira Fase (1966 a 1968) - Os grandes temas do momento, muitas vezes polêmicos, eram abordados em matérias esmiuçadas, dentro do formato do New Journalism, de Tom Wolfe, Gay Talese e outros — que combinava eficientemente clareza e objetividade em uma estrutura com foco narrativo, o jornalismo literário. 

- Segunda Fase (1969 - 1973) Além das mudanças suscitadas pela instauração do AI-5, o texto perde o tom de denúncia, embora o formato da reportagem não tenha sofrido mudanças bruscas. Permanecia o estilo literário, a pesquisa de campo e investigação, o valor ilustrativo da imagem. Aos poucos, a revista foi assumindo o modelo newsmagazine ou revista de informação.

- Terceira Fase (1973 - 1976) - A partir de outubro de 1973, as capas de Realidade dão uma guinada radical. O periódico abandona a pauta investigativa. Proliferam nas edições seguintes os "como fazer" e os verbos no imperativo, como "saiba", "transforme", "vença" etc. Até a paginação da revista revela semelhanças com Veja da época.

30/01/2018

Robert Capa (1913 - 1954)

Robert Capa foi um fotógrafo húngaro. Um dos mais célebres fotógrafos de guerra, Capa cobriu os mais importantes conflitos da primeira metade do século XX: a Guerra Civil Espanhola, a Segunda Guerra Sino-Japonesa, a Segunda Guerra Mundial na Europa (em Londres, na Itália, a Batalha da Normandia em Omaha Beach, e a liberação de Paris), no Norte da África, a Guerra árabe-israelense de 1948 e a Primeira Guerra da Indochina.

Na Faculdade de Ciências Políticas em Berlim aproximou-se do meio jornalístico. Encontrou trabalho na "Dephot" (Deutscher Photodienst), a maior agência de jornalismo da Alemanha naquela época.

A sua carreira de fotógrafo começou no fim do ano de 1931, uma vez que aparece a fotografar Leon Trótski, no meio de múltiplas dificuldades, durante um congresso em Copenhague. O aparecimento do nazismo e a religião judaica de Robert fez com que em 1932 ele tenha que deixar Berlim, dirigindo-se para Viena e depois, Paris. É neste período que adota o nome profissional Robert Capa, pelas suas ressonâncias americanas.

O nome do repórter Robert Capa rapidamente fica célebre, mas logo se descobre que ele se serve de um pseudônimo. Em 1936, Capa e Gerda Taro partem em reportagem para o meio da Guerra Civil Espanhola, onde Gerda encontra a morte no ano seguinte.

Em 1938, Capa foi à China para fotografar o conflito sino-japonês, retornando à Espanha em 1940, logo que a França cai sob o jugo nazista. Retira-se em seguida para os Estados Unidos, onde começou a trabalhar para a revista Life. Posteriormente foi para Inglaterra e depois para a Argélia.

Em Junho de 1944 participou no desembarque da Normandia, o Dia D. Depois da guerra, com David Seymour, Henri Cartier-Bresson e George Rodger, funda a Agência Magnum (constituída oficialmente em 1947). Nos primeiros tempos, ocupa-se na organização da estrutura, partindo em seguida para o "terreno".

Robert Capa fotografou a Guerra Civil Espanhola, onde tirou a sua mais famosa foto ("Morte de um Miliciano"), a Guerra Civil Chinesa e a II Guerra Mundial com lentes normais, o que fez com que ele se tornasse um dos mais importantes fotógrafos europeus do século XX.

A fotografia "Morte de um Miliciano" ou "O Soldado Caído" foi feita em 5 de setembro de 1936 em Cerro Muriano, sendo veículada em 23 de setembro na revista francesa VU e um ano depois na revista americana Time. Muitas dúvidas foram levantadas em relação à foto, a primeira contestação embasada sobre a autenticidade surgiu em meados de 1970, no livro A Primeira Baixa (Philip Knightley). O historiador Mario Brotons atribuiu o homem que é baleado na cena como sendo o anarquista Federico Borrell García, porém há dúvidas sobre a real identidade do soldado. O historiador espanhol Miguel Pascual acredita se tratar de uma montagem - os negativos nunca foram encontrados. Um outro grupo ainda defende que a foto tenha sido feita por sua companheira, a alemã Gerda Taro. No livro "As Sombras da Fotografia" do professor de Comunicação da Universidade do País Basco, José Manuel Susperregui, argumenta-se que a foto teria sido encenada em Espejo, a cerca de 60 km de Cerro Muriano. Susperregui afirma que, de acordo com suas pesquisas, e auxílio de historiadores da região, o local não poderia ser Cerro Muriano por ser uma área de floresta com mais de um século, enquanto que Espejo se identifica quase que de forma idêntica com a paisagem reportada. Segundo Cyntia Young (Centro Inter­nacional de Fotografia), Robert "legendou muito poucas de suas imagens" dessa que foi sua primeira viagem como fotógrafo na guerra, e que essa interpretação teria sido feita pelos editores em Paris, ocasionando tal dúvida. Historiadores afirmam que não houve combate no início daquele mês em Espejo. A suposição de que foi um franco-atirador, segundo Susperregui, também é falsa, porque a distância entre os dois lados da guerra eram muito longe para que houvesse essa possibilidade, e que não há comprovação de franco-atiradores na região; além disso, Robert em entrevistas afirmou que foi uma rajada de metralhadora que atingiu o soldado.

Capa morreu na Guerra da Indochina, em 25 de maio de 1954, ao pisar uma mina terrestre. Seu corpo foi encontrado com as pernas dilaceradas. A câmera permanecia entre suas mãos.

Imprensa Régia (1808)

A Imprensa Régia, primeira editora brasileira, foi criada em 13 de maio de 1808, dia do aniversário do príncipe regente D. João (1767-1826). Nela foi editado o primeiro jornal da colônia americana: a Gazeta do Rio de Janeiro. O periódico possibilitou a circulação de notícias, embora restritas, por ser um veículo usado para expandir a imagem que convinha à Casa de Bragança (Família de Bragança). A publicação indicava, também, onde adquirir gêneros que atendessem ao paladar daqueles que migraram para os trópicos: pães de diversos tipos, vinhos variados, salames italianos, presuntos portugueses.

A Impressão Régia brasileira foi uma filial da editora (de mesmo nome) existente em Lisboa, capital de Portugal. Além da Gazeta do Rio de Janeiro (órgão oficial da corte), publicou o jornal O Patriota, publicado entre 1813 e 1814. É a atual Imprensa Nacional.

Nas quatro páginas, nenhuma reclamação em tintas mais fortes: o Brasil era tratado como um paraíso terrestre. A publicação falava, por exemplo, sobre os príncipes europeus, ou registrava louvores sobre os membros da família real portuguesa. Até 1814, publicaria informações sobre o andamento da guerra que acontecia na Europa, realçando as vitórias contra Napoleão Bonaparte (1769-1821).

É importante registrar que o fim da proibição da existência de gráficas não significava liberdade de imprensa. Segundo o documento que estabelecia a Imprensa Régia, uma junta formada por três autoridades era encarregada de “examinar os papéis e livros que se mandasse publicar e fiscalizar que nada se imprimisse contra a religião, o governo e os bons costumes”. De acordo com o historiador Ilmar Rohloff de Mattos, “o ato que criava a imprensa na colônia criava, também, a censura. A aplicação da censura aos livros fez com que houvesse, nessa época, um intenso contrabando de publicações para abastecer a elite letrada da corte”.

Os jornais de oposição não eram impressos no Brasil. O Correio Braziliense, também chamado de Armazém Literário, por Hipólito José da Costa (1774-1823), e “jornal independente”, segundo o historiador Bóris Fausto, circulou entre 1808 e 1822, e era editado em Londres. Nele foram publicadas críticas severas ao governo de D. João.

Fonte: http://www.multirio.rj.gov.br

04/12/2017

J. Jonah Jameson (1963)

John Jonah Jameson ou "JJJ" é um personagem do universo do Homem-Aranha. Dono do jornal novaiorquino Clarim Diário, ou Daily Bugle, e da revista Now Magazine. Apareceu pela primeira vez na revista The Amazing Spider-Man #1 em março de 1963. 

Jameson despreza a maioria dos super-heróis, sobretudo o Homem-Aranha. Entretanto já teve a oportunidade de remover a máscara do Homem-Aranha mas resistiu. O herói estava inconsciente depois de ter salvo Jameson do Venom, e o editor se sentiu em dívida com ele naquele momento. Mas isso não impediu Jameson de dar continuidade à publicação de matérias difamatórias contra o Homem-Aranha, coisa que vem fazendo desde que o personagem foi criado.

Se auto-destituiu do cargo de diretor após sua equipe descobrir que ele foi o responsável pela criação do Escorpião (com o intuito de matar o Homem Aranha).