15/06/2016

Carlos Heitor Cony (1926)

Carlos Heitor Cony é um escritor, jornalista brasileiro, e imortal da Academia Brasileira de Letras.

Seus pais foram Ernesto Cony Filho e Julieta Moraes Cony. Estudou em seminário até quase ordenar-se, em Rio Comprido.

Jornalista, foi um dos que se arrependeram de apoiar o golpe militar de 1964 e depois se opuseram abertamente ao golpe militar de 1964. Como editorialista do Correio da Manhã, escreveu textos de crítica aos atos da ditadura militar. Foi incitado a se demitir do matutino (cerca 1965). Atualmente, recebe pensão do governo federal, em decorrência de legislação que autoriza pagamento de indenização aos que sofreram danos materiais e morais, vitimados pela ditadura militar.

Já publicou contos, crônicas e romances. Seu romance mais famoso é de 1995, Quase Memória, que vendeu mais de 400 mil exemplares. Esse livro marca seu retorno à atividade de escritor/romancista. Seu romance, A Casa do Poeta Trágico, foi escolhido o Livro do Ano, obtendo o Prêmio Jabuti, na categoria ficção.

É editorialista da Folha de São Paulo.

Desde 2006, seus livros são publicados pela Editora Objetiva, que pretende relançar toda a sua obra.


Academia Brasileira de Letras - Foi eleito para a cadeira 3, cujo patrono é Artur de Oliveira, em 23 de março de 2000, sendo o seu quinto ocupante. Foi recebido em 31 de maio do mesmo ano, por Arnaldo Niskier. Sua qualidades literárias e estilísticas são, porém, contestadas por boa parte da crítica, que as julga supervalorizadas graças aos contatos VIP de Cony no mundo político, financeiro e filantrópico. Fonte: Wikipedia